CASE: Como crescemos de 400 para 320 mil seguidores
Um dos nossos principais cases é o @casacomer.app:
Duração: 2 anos e meio 400 → 320 mil seguidores Crescimento de 800x 95% orgânico, com apenas 1 mês pontual de tráfego pago. Objetivo
Transformar um perfil de receitas sem direcionamento em uma marca pessoal de autoridade, construindo um ecossistema de conteúdo capaz de gerar identificação, engajamento e monetização sustentável para uma profissional liberal.
Diagnóstico inicial
Conteúdo raso, focado só em receita, sem rosto, sem narrativa e sem conexão com um público definido. Ativo principal (a própria profissional) subutilizado.
Estratégia, execução e resultado
Rede social é confiança construída aos poucos. Ninguém acorda confiando numa marca, isso se conquista com constância, e foi exatamente esse o racional por trás de cada fase do projeto.
Nos primeiros seis meses, publicamos de três a quatro vezes por semana. Não por limitação, mas por decisão estratégica: não fazia sentido acelerar processo sem antes ter uma base sólida de constância. Esse período serviu justamente para isso, criar ritmo, testar linguagem e começar a entender o comportamento desse público antes de aumentar a exposição.
Uma vez que a constância estava consolidada, aumentamos o fluxo para postagens diárias. Foi nesse momento também que rodamos o único mês de tráfego pago do projeto, para qualificar e movimentar esse novo volume de público de forma direcionada.
A partir daí, com constância e alcance já estabelecidos, passamos a desenvolver conteúdos diversos dentro do mesmo ecossistema: receitas, bastidores de curso, dicas de casa, humanização da criadora.
E foi justamente nesse ponto que identificamos o principal ajuste estratégico do projeto. A ideia inicial que motivou a criação de conteúdo era lançar um aplicativo de receitas. Mas, com a inteligência artificial ganhando força nesse mesmo período, ficou claro que esse não era mais o caminho certo, o cenário tinha mudado e a rota precisava mudar junto. Entendemos que o ativo principal da marca não era um produto final, era a própria Lygia. A partir dessa leitura, reestruturamos toda a narrativa para que ela fosse o centro do ecossistema, e os conteúdos passaram a ser ainda mais estratégicos, porque o objetivo deixou de ser vender um produto e passou a ser construir uma pessoa como autoridade.
Isso mostra bem uma coisa que a gente aplica em todo projeto: o ponto final da estratégia costuma ser único, no caso dela, se tornar autoridade no segmento, mas o caminho até lá nunca é fixo. A gente vai contornando o cenário, ajustando a rota conforme o mercado muda, sempre com o mesmo objetivo no horizonte. Foi assim que saímos da ideia de um aplicativo de receitas e chegamos numa criadora reconhecida como referência, sem nunca perder o fio da estratégia original.
Foi essa engrenagem, construída em etapas e ajustada no meio do caminho quando o cenário exigiu, que transformou 400 seguidores em uma comunidade de 320 mil. O resultado não veio de um post isolado que viralizou por sorte, veio de uma base erguida degrau por degrau, com leitura constante de mercado, até o momento em que o conteúdo certo, para o público certo, encontrou o timing certo.




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